Com a transformação digital, repaginando modelos de negócios, forma de interagir na sociedade e de trabalhar, a gestão ganhou novos contornos, tornando-se mais flexível para se adaptar às novas exigências e rumos. Assim, no cenário corporativo em evolução, entrou em cena a Gestão 4.0, mais flexível, interativa e aberta, que vem sendo implementada por empresas que estão na curva da evolução para a nova Economia.

Na minha avaliação, o termo Gestão 4.0 está relacionado à Indústria 4.0, que diz respeito à 4ª Revolução Industrial. Para um melhor entendimento, essa correlação está muito bem explicada no artigo O que é Indústria 4.0 e como ela vai impactar o mundo , que achei interessante.


Ele descreve de forma simples o conceito, que engloba “as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. Trazendo esse contexto para a Tecnologia da Informação (TI), a adoção de metodologias Ágeis, já significa uma grande mudança em como produzimos soluções para nossos clientes.

Gestor 4.0: maestro de competências

Retomando a gestão, há grande movimentação hoje na busca por profissionais que possuem soft skills. Vejo em alguns artigos destaques para habilidades como: empatia, criatividade e coragem – atributos que não teriam espaço nas revoluções vividas anteriormente.
No passado, hierarquias, processos e rotinas garantiam e davam estabilidade a uma “linha de montagem” para produção em série. Hoje, isso não parece fazer muito sentido, pois cada um pode contribuir sob sua perspectiva e habilidades para a construção de soluções específicas ou com alto poder de personalização.

Acredito também que o desempenho do time está intimamente ligado à capacidade do gestor em entender esse novo contexto, que exige um ambiente de alta interação, troca de experiências, percepção apurada, abertura para criatividade e muita flexibilidade para chegar na melhor solução.


Vejo o papel do gestor atual mais como um facilitador, agregador ou orquestrador de competências variadas, exercendo vários papéis em uma estrutura dinâmica e ágil. Para mim, o desafio do bom gestor está no entendimento que ele tem do potencial da sua equipe. Somente com uma abordagem humana ele consegue obter o melhor resultado.

Como disse John Hagel, co-chairman, da Deloitte Center, sobre o potencial humano: “Acredito que todos nós, seres humanos, temos curiosidade, criatividade, imaginação, inteligência social e inteligência emocional. Se você não acredita no que digo, vou te levar a um playground para ver crianças de seis ou sete anos brincando e vou te pedir para me mostrar uma única criança que não tenha essas habilidades.”

Compartilhando lições

Quando o Gilmar Batistela, presidente da Resource, voltou de um curso há algum tempo, que fez no INSEAD, na França, ele compartilhou conosco que em uma das aulas o palestrante mostrou um papel com uma figura e perguntou para a plateia o que era. A resposta foi: é um gato! O palestrante corrigiu: Não, esta é a foto de um gato!

É preciso, portanto, além das habilidades técnicas, aprimorar a sensibilidade, a percepção e a interação, especialmente com o time, em colaboração. A proximidade entre líderes e liderados é fundamental e tem poder transformador.


Aqui vão algumas dicas que, acredito, não devem faltar em uma gestão flexível:
• Ouvir
• Observar
• Incentivar
• Compartilhar
• Engajar
• Apoiar
• Empatia
• Coragem
• Criatividade
• Liderar pelo exemplo
• Orquestrar
• Paixão

Aviso: “O gestor nunca deve pensar em si primeiro, em detrimento da equipe e da solução. Seja em qualquer era (nesta e nas próximas)”.

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