Nesse sentido, as empresas precisam ter capacidade para serem inovadoras (innovativeness). Para isso, além da competência dos indivíduos que nela atuam e a gestão dos seus processos, são necessárias tecnologias que permitam aquisição, reposição, recuperação, análise e projeção de dados.

No passado, o que determinou o crescimento das grandes companhias no Brasil e no mundo foi a redução de custos alcançada principalmente pelo ganho de eficiência operacional.  Entretanto, com a nova dinâmica competitiva impulsionada pela velocidade com a qual transmitimos e captamos informações, apenas a eficiência operacional não é capaz de suportar a competitividade que cada vez mais ocorre em ciclos mais curtos.

Um estudo da IDC indica que até 2021 pelo menos 40% do PIB da América Latina estará digitalizado, sendo puxado pelo crescimento de cada setor. Por outro lado, no Brasil, menos de 25% das organizações estão avançadas em sua jornada de transformação de processos e modelos de negócio.

Por esse motivo, é preciso acompanhar e responder às novas demandas dessa acirrada dinâmica competitiva. As empresas devem planejar e executar suas adequações no que tange processos, tecnologias e capacitação de pessoas.

Uma forma consistente de iniciar essa evolução é por meio do ERP Inteligente, ou i-ERP, que permite que as empresas ingressem na transformação digital e, além de continuarem reduzindo custos, passam a viver numa condição de convergência entre o mundo operacional e estratégico.